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Publicidade odontológica: o que o CFO permite e o que proíbe

Dentista usando o smartphone no consultório
Imagem ilustrativa · banco de imagens

As redes sociais são hoje o principal canal de divulgação do cirurgião-dentista — e também a maior fonte de representações éticas por publicidade. O Conselho Federal de Odontologia (CFO) tem regras claras, e um post descuidado pode custar caro.

O princípio: informar, não sensacionalizar

A publicidade odontológica deve ter caráter informativo e educativo, sem sensacionalismo, promessa de resultado ou concorrência desleal. A relação com o paciente é de confiança, não de mercado.

O que costuma ser proibido

A pergunta que salva um post: ele informa e educa, ou ele vende e promete? Na dúvida, recue.

O que costuma ser permitido

Cuidados nas redes

O mesmo conteúdo irregular em um outdoor também é irregular no Instagram. Antes de publicar, verifique: há antes e depois? Há preço? Há promessa? Aparece paciente identificável? Se sim, é mais seguro não postar.

Por que isso importa

A publicidade irregular pode gerar representação e processo ético no CRO, com sanções que vão da advertência a penas mais graves — além do risco de imagem. Uma comunicação bem estruturada aproxima o público sem expor o profissional.

Este conteúdo é informativo e não substitui a análise individual do seu caso por um advogado.

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